Você conhece o Ubuntu?

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Olá, pessoal,

Quem estiver testando uma distribuição linux e escolher o Ubuntu saiba que existe uma comunidade brasileira contribuindo com a tradução, segurança e suporte!

Veja nesse link como obter ajuda.

Todos podem colaborar divulgando, traduzindo, documentando, sugerindo correções e informando erros. O simples fato de usar e enviar anonimamente suas informações de hardware já é uma ajuda muito grande.

Utilize o Fórum em português para questionar qualquer coisa, o WIKI para obter documentação feita pela comunidade, o IRC para bater papo e conhecer outros usuários.

Saiba também que existe um Guia completo dentro do sistema. Acesse o menu Sistema > Ajuda. Veja aqui um exemplo da utilidade deste guia

Venha conhecer o sistema operacional que mais cresce no mundo e que está cativando muita gente!

Comece já!

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Código antipirataria vira música no YouTube

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Em algum ponto da América, um grupo de advogados deve estar arrancando os cabelos neste momento. A tentativa de barrar, com ameaças de processos judiciais, a disseminação de um código do sistema antipirataria do HD-DVD foi um tiro no pé. Depois do levante dos usuários do Digg (leia aqui), a polêmica seqüência de 32 caracteres pipocou em literalmente todos os recantos da internet.

Até “letra” de música o código virou. Um dos integrantes da obscura banda de rock Dinosaur Lightning cantarolou a seqüência, ao som de um violão, e publicou o resultado no YouTube. Sucesso imediato: até a manhã desta quinta-feira, a canção já havia sido tocada por 90 mil pessoas no YouTube e por 8.000 na página da banda no MySpace. O título do hit é “Oh Nine, Eff Nine” – referência a 09-f9, os primeiros quatro caracteres do código (veja em http://www.youtube.com/watch?v=L9HaNbsIfp0).

O colunista de Terra Magazine Caique Severo encontrou outra música sobre o tema (leia aqui) Quebrado por algum hacker anônimo, o código em questão circula pela internet há mais de um mês, mas só ganhou notoriedade graças batalha virtual em que se transformou o Digg depois que administradores do site tentaram – inutilmente – barrar a publicação dos números. Hoje o assunto está em reportagens do New York Times, da CNN, da BBC e de pelo menos outras três centenas de órgãos de informação.

Com o código, é possível criar programas que “quebram” o sistema de encriptação do HD-DVD – um dos sucessores do DVD -, permitindo a cópia dos discos e a reprodução mesmo em “players” não autorizados pelos fabricantes.

Houve uma polêmica semelhante quando o hacker conhecido como “DVD Jon” quebrou o sistema de proteção de DVDs. Em 1999, uma revista online chamada 2600 publicou o código do hacker e foi processada pela MPAA (Motion Pictures Association of America), poderosa organização de lobby da indústria cinematográfica dos EUA.

A revista acabou perdendo o processo. Mas os lobistas não conseguiram barrar a disseminação do código, que circulou por vários fóruns de internautas e hoje está incorporado a vários programas de cópia e reprodução de DVDs.

(http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1590330-EI6581,00.html)

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Programador escreve 235 drivers de webcam para Linux

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Um entusiasta solitário, trabalhando em casa nas horas de folga, foi o responsável por trazer 235 modelos de webcam USB para a lista de hardware suportado pelo Linux. O homem trabalhou sozinho sem nenhum apoio técnico ou financeiro de empresas que lucram com o software livre.Em uma entrevista ao jornal britânico The Inquirer, Michel Xanard, um médico de 60 anos que, nas horas vagas, cria programas para Linux, conta que iniciou o projeto em 2003 por conta de duas webcams baratas que comprou para as filhas no Natal. Ao chegar em casa, notou que as câmeras não funcionavam no Linux – e a partir daí toda a saga começou.

Inicialmente, os drivers foram escritos apenas para alguns poucos tipos de webcam baseados no chip spca504b, fabricado pela chinesa Sunplus. Várias marcas de webcams empregam esse mesmo chip. À medida que o projeto foi evoluindo, Michel percebeu que webcams fabricadas com outros chips também poderiam usar o mesmo código central, com poucas modificações. Isso levou a um efeito bola de neve, resultando no impressionante número de 253 dispositivos suportados pela mesma base de código.

Quando perguntado sobre a falta de apoio das grandes empresas ligadas ao software livre, Michel desconversa, mas alfineta: “essas empresas estão muito preocupadas com o kernel (núcleo) do Linux. Eu não. Meu negócio é ajudar os usuários a terem suas câmeras funcionando. Não tenho assim tanta certeza de que essas empresas estejam interessadas no usuário.”

O driver chama-se GPCA – Generic Software Package for Camera Adapters e pode ser encontrado no site mxhaard.free.fr

(http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1591191-EI4801,00.html)

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