Nessum Dorma

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Esse cantor é Juremir Vieira. Foi meu colega, no milênio passado, no Colégio Cruzeiro do Sul, em Porto Alegre. Hoje mora na Suíça e, de vez em quando, vem cantar no Brasil. Bom ele, né? Segundo o Juremir, o pianista estava um pouco nervoso e por isso não ficou tão bom. Como sou leigo, acho que ficou ótimo! Na próxima vez que ele se apresentar no Brasil, vou ver se consigo alguns ingressos para nossos amados leitores. :)

Nessum Dorma é uma de minhas músicas preferidas. Muito cheia de sentimentos, ela precisa ser cantada mais com emoção do que com técnica (opinião de um leigo, como eu). Por isso, minha interpretação favorita é a de Paul Potts (não me leve a mal, Juremir!), que você pode conferir abaixo:

Pra você cantar junto com o Juremir ou com o Paul, a letra é esta:

NESSUN DORMA!
Da ópera Turandot, de Giacomo Puccini

Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o Principessa, nella tua fredda stanza
Guardille stelle che tremano d’amore
E di speranza!
Ma il mio mistero è chiuso in me,
Il nome mio nessun sapr !
No, no sulla tua bocca lo dirò,
Quando la luce splender !
Ed il mio bacio scioglier il silenzio che ti famia!
Il nome suo nessun as pr …
E noi dovrem, ahimè, morrir, morrir!…
Dilegua, o notte!…
Tramontate, stelle!
Tramontate, stelle!
All’alba vincerò!
Vincerò! Vincerò!

E a tradução:

Ninguém durma

Ninguém durma! ninguém durma!
Tu também, ó princesa, na tua fria alcova
Olhas as estrelas que tremulam de amor e de esperança!
Mas o meu mistério está fechado comigo,
O meu nome ninguém saberá!
Não, não, sobre a tua boca o direi,
Quando a luz resplandescer!
E o meu beijo destruirá o silêncio que te faz minha!

O seu nome ninguém saberá …
E nós deveremos, ai de nós, morrer!
Morrer!

Desvaneça, ó noite!
Desapareçam, estrelas!
Desapareçam, estrelas!
Pela manhã vencerei!
Vencerei! vencerei!

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Pesquisa reúne perguntas absurdas feitas a funcionários de TI

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Analistas da Robert Half Technology entraram em contato com 1,4 mil funcionários responsáveis pelos setores de tecnologia de companhias americanas de diferentes ramos e pediram exemplos das perguntas mais inusitadas que já tinham ouvido de seus clientes e colegas.O site The Inquirer, que comparou a pesquisa ao seriado cômico inglês IT Crowd, que retrata a equipe do setor de TI de uma grande empresa, listou algumas das divertidas respostas.

Entre elas estão pérolas como “por que meu mouse sem fio não está conectado ao computador?” ou “meu laptop foi atropelado por um caminhão, o que eu devo fazer?”. Clássicas como “Meu computador está me dizendo para pressionar uma tecla qualquer para continuar. Onde está a tecla ‘qualquer’?” acompanham pedidos mais esdrúxulos como “você poderia reorganizar meu teclado alfabeticamente?”.

Alguns técnicos afirmaram que além de pedidos para construção de robôs, já receberam relatos de gambás comendo cabos, lagartos entrando no servidor e ratos (no inglês, mouse) andando no teto.

Outros usuários mostraram entender bem pouco de assuntos técnicos, perguntando se era possível “reiniciar a Internet”, “rastrear OVNIs” ou pedidos mais simples como “parar de receber e-mails do gerente” ou “bloquear o recebimento de mensagens s sextas-feiras”.

E ainda há aqueles que ultrapassam qualquer limite de bom senso e pedem ajuda na instalação de sistemas de som automotivo, manutenção de máquinas de escrever, informações de tempo de cozimento em fornos de microondas ou reparo em elevadores e motocicletas.

A engraçada pesquisa tem pouca aplicação prática, mas a Robert Half Technology afirma que o estudo mostra que além das habilidades técnicas essenciais para um funcionário de help desk é preciso ter paciência, simpatia e senso de humor para sobreviver no emprego.

Uma lista com as melhores perguntas, em inglês, pode ser acessada no endereço tinyurl.com/48qsdq.

Fonte

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Música erudita na faixa

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Para quem mora em Porto Alegre e arredores, uma boa dica: concertos de música erudita grátis, promovidos pelos supermercados Zaffari. Participem! Só cuidem pra não pisar nos girassóis, né, pessoal?

Cliquem aqui para ver a imagem no tamanho original.

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Cara nova…

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Pois é, pessoal, depois da encrenca ainda inexplicada dos últimos dias, tivemos de mudar a cara do De Tudo. Parece que a culpada pelo problema foi uma extensão que estava roubando recursos do processador do servidor (desculpem a rima…) em que estamos hospedados. Meu grande amigo Rafa está investigando a encrenca. Quando soubermos quem foi, denunciaremos aqui, publicamente!

Grato pela visita e volte sempre!

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Mulheres, defendam-se!

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Mesmo quem não entende nada de japonês vai tirar proveito do manual rápido de defesa pessoal para mulheres. Se o calhorda se aproximar, bata sem dó!

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Calma, pessoal! Já estamos de volta!

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Por alguma razão misteriosa, que ainda vou entender (espero…), o servidor que nos hospeda deixou-nos fora do ar por um dia e meio. Felizmente, até onde vejo, tudo está funcionando de novo.

Então, de volta ao trabalho!

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É sério, mô! Meu dinheiro tá pedindo pra eu comprar um sapato novo!

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O balão

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Qualidade da alimentação no Mediterrâneo cai e peso aumenta

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KASTELI, Grécia – O pediatra Michalis Stagourakis está assistindo a uma transformação acontecendo em seu consultório nos últimos três anos. As reclamações de nariz entupido e dor de estômago estão agora em meio a reclamações muito mais sérias: diabetes, pressão alta e colesterol alterado. A mudança na dieta, disse o médico, produziu uma epidemia de obesidade e doenças relacionadas no Mediterrâneo.

Pequenas cidades como essa a oeste de Creta, considerada o berço da famosa dieta mediterrânea – valorizando o azeite de oliva, a produção fresca e peixes – estão agora inundadas de lojas de chocolate, pizzarias, sorveterias, máquinas de refrigerante e redes de fast-food. O fato é que a dieta mediterrânea, associada longevidade e baixas taxas de doenças do coração e câncer, está desaparecendo de sua terra natal. Hoje, é mais provável encontrá-la em restaurantes luxuosos de Londres ou Nova York que entre as novas gerações da Grécia, onde dois terços das crianças estão acima do peso e os efeitos negativos na saúde estão crescendo, dizem autoridades sanitárias.

“Este é um lugar onde você pode ver pessoas que vivem 100 anos, onde pessoas são magras e enfeitadas”, disse Stagourakis. “Agora, você vê crianças com expectativa de vida menor que a dos seus pais. Isso realmente assusta as pessoas.”

“Estado moribundo”

Essa preocupação tem sido reforçada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, sigla em inglês), que publicou um relatório recentemente dizendo que a dieta da região mediterrânea “decaiu a um estado moribundo.”

“Era quase uma alimentação perfeita, mas quando olhamos para o que as pessoas estão comendo, percebemos que muito daquela dieta elogiada não existe mais”, disse o autor do relatório, Josef Schmidhuber, economista da Organização. “Ela se tornou apenas uma lembrança.”


Nos países mediterrâneos, a qualidade da alimentação está correndo perigo / NYT

Grécia, Itália, Espanha e Marrocos até pediram UNESCO para designar a dieta mediterrânea como “bem intangível do patrimônio cultural da humanidade”, reconhecimento de seu valor essencial assim como de sua potencial extinção.

Os efeitos mais sérios de seu desaparecimento contínuo estão na saúde e na cintura das pessoas. Alarmados pela nova tendência, há alguns anos o governo grego visita anualmente escolas de vilas como Kasteli para pesar as crianças e dar palestras sobre nutrição. As lições incluem uma pirâmide de alimentos focada na dieta mediterrânea.

Entretanto, é uma batalha penosa. Nesta primavera, a maioria das crianças que foram testadas em suas classes do primeiro grau desta cidade silenciosa de 3 mil habitantes, também conhecida com Kissamos, tinham colesterol alto. “Esse era o assunto da escola”, disse Stella Kazazakou, 44, mãe de Theodore, 9. “Ao invés de comparar as notas, as mães estavam comparando os níveis de colesterol.”

Na Grécia, três quartos da população adulta estão acima do peso ou obesas, “de longe” a pior taxa da Europa segundo as Nações Unidas. O índice de sobrepeso dos garotos de 12 anos cresceu mais de 200% entre 1982 e 2002 e cresce mais rápido desde então.

A Itália e Espanha são um dos primeiros em obesidade, com as taxas entre os adultos acima dos 50%, em comparação com 45% na França e na Holanda, por exemplo.

Nos Estados Unidos, 66% dos adultos de 20 anos ou mais estavam acima do peso em 2004, e 31,9% das crianças entre 2 e 19 estava acima do peso em 2006, apesar das estatísticas infantis serem difíceis de comparar pois são recolhidas de maneira distintas nos diferentes países.

Na Grécia, o aumento no número de crianças gordas tem sido impressionante, dizem pais e médicos.

“A dieta deles é completamente diferente do que era a nossa”, disse Soula Sfakianakis, 40, relembrando o café da manhã com leite de cabra, pão e mel. Seu filho, Vassilis, um enérgico menino de 9 anos com um bigode de chocolate deixado por um recente cone de sorvete, disse que prefere cereais no café da manhã e bife ou macarrão no jantar.

Crianças obesas

A médica Antonia Trichopoulou, professora de epidemiologia na Escola de Medicina da Universidade de Atenas, disse que o problema cresceu mais acentuado com o crescimento dos supermercados e, especialmente, comidas convenientes.

“Nos últimos cinco anos essa situação ficou realmente ruim”, disse ela. “As crianças estão todas muito pesadas. O mercado está pressionando muito, e os pais e as escolas parecem incapazes de resistir.”

As propagandas direcionadas s crianças invadiram a Grécia com força total, expandindo em direção ao interior. Na televisão há comerciais para salgadinhos; nos supermercados há prateleiras de doces. No último ano, a Coca-Cola patrocinou um evento sobre alimentação saudável.

A tradicional dieta, pobre em gordura saturada e rica em nutrientes, era baseada em vegetais, frutas, grãos não refinados, azeite de oliva e um pouco de vinho – tudo consumido em doses diárias.

Peixes, nozes, aves, ovos, queijos e doces eram pouco consumidos. Carne vermelha, açúcar refinado ou farinha, manteiga e outros óleos ou gorduras eram raramente consumidos, se consumidos.

Pesquisas sobre alimentação começaram na década de 1990 quando os cientistas notaram que as pessoas nos países mediterrâneos vivam mais e apresentavam menos casos de doenças graves apesar de terem uma atração por hábitos pouco saudáveis como fumar e beber. Mas essa proteção parece que está rapidamente desaparecendo.

Há uma geração, a típica dieta mediterrânea reunia as recomendações nutricionais da Organização Mundial da Saúde que aconselham que menos de 10% das calorias devem vir de gorduras saturadas e menos de 300 miligramas de colesterol devem ser consumidos por dia.

Hoje, a dieta típica em todos os países excede significativamente esses limites, disse Schmidhuber. Na Grécia, a média de consumo diário de colesterol aumentou 400 miligramas dos 190 em 1963. Na Alemanha, aconteceu algo similar. Em Portugal, onde o salto foi maior, o consumo passou de 155 para 460 miligramas.

Em 2002, um estudo britânico apontou que entre 31% e 34% das crianças na Grécia estavam acima do peso – um crescimento de 212% desde 1982 – e “a situação piorou e muito desde então”, disse Stagourakis. Um quarto das crianças em Creta tem problemas de colesterol, segundo ele, e está cada vez menos incomum para o pediatra atender crianças com diabetes e pressão alta.

Por ELISABETH ROSENTHAL

Fonte

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Brasileiros comem poucas frutas e verduras

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O Brasil é o país da fartura e, por isso, o consumo de frutas e verduras – alimentos mais baratos que os industrializados – é alto, certo? Errado. É o que aponta uma pesquisa encomendada pelo Ministério da Saúde. Na verdade, apenas 17,7% da população brasileira atende � s recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de comer cinco porções diárias destes alimentos.

A maior regularidade foi encontrada em São Paulo, que apresentou 23% da amostra com esse comportamento, sendo que as mulheres têm mais esse costume – são 27% – e os homens 18%. O uso de carne com gorduras aparentes está no cotidiano de 32,8% da população e 29% dos adultos são sedentários. Em geral, as brasileiras têm cuidado mais da saúde: alimentam-se melhor, fumam menos, são menos sedentárias, bebem menos, têm menos excesso de peso.

Os dados citados fazem parte da pesquisa realizada pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel, em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, nas capitais dos 26 estados do país e Distrito Federal, realizado em abril de 2008.

Evitar doenças

Evidências epidemiológicas mostram associação inversa entre o consumo de frutas, legumes e verduras e o risco de doenças cardiovasculares e determinados tipos de câncer. A verificação da ocorrência de transição epidemiológica ao mesmo tempo em que a transição nutricional tem destacado a dieta como um importante fator de promoção e manutenção da saúde, tendo papel determinante nas deficiências nutricionais e doenças crônicas não transmissíveis.

Dra. Olga Maria Silverio Amancio, presidente do Conselho Regional de Nutrição – 3ª. Região (CRN-3) e coordenadora da comissão de comunicação, explica a matemática da boa alimentação: “Considerando a recomendação da OMS de consumir pelo menos 400 gramas de frutas, legumes e verduras ao dia, para prevenir doenças crônicas não transmissíveis é necessário, que, em uma dieta de 2000 calorias, 9% das calorias totais (183 calorias) sejam provenientes de frutas, verduras e legumes (5 porções – 2 de frutas e 3 de verduras e legumes).”

O CRN-3 procura incentivar o aumento de consumo de verduras, legumes e frutas na alimentação diária, pois contêm alto teor de micronutrientes, fibras e compostos bioativos com propriedades funcionais e apresentam baixa densidade energética.

Ainda na perspectiva biológica, o consumo de frutas, verduras e legumes podem atuar positivamente na prevenção também de carências nutricionais como anemia e hipovitaminose A.

Socializando informações

Em termos culturais, o baixo consumo deste grupo de alimentos tem origens sócio-antropológicas, e por isso a perspectiva de socialização de informação para apoio dos indivíduos na seleção de alimentos é fundamental. O CRN-3 realiza campanhas frequentes, com o objetivo de estimular hábitos alimentares saudáveis, além de contribuir para a melhoria da saúde da população.

Vale lembrar que uma alimentação saudável tem por característica três princípios: variedade, comer diferentes tipos de alimentos pertencentes aos diversos grupos; moderação, ou seja, não exagerar nas quantidades de alimentos ingeridas; e equilíbrio, o consumo de alimentos variados, respeitando a quantidade de porções recomendadas para cada grupo de alimentos.

Fonte

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