O ano bissexto é aquele em que fevereiro tem 29 dias. Mas você sabe a razão disso?
A explicação teórica você encontra aqui. Mas como uma imagem vale mais do que mil palavras (eita expressão batida!), abaixo você tem uma explicação gráfica do assunto. Sem brincadeira, ficou mais fácil de entender, né?
Clique na imagem para tê-la em tamanho original.
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O Google sempre usou uma série de desculpas para não entregar os criminosos que abriga no Orkut, por exemplo. Ele prefere defender o direito à privacidade de um usuário pedófilo, por exemplo, a submeter-se às leis. Cansei de denunciar álbuns pedófilos do Orkut, que qualquer idiota reconheceria como tal, e nada acontecer. Por essas e por tantas, alegro-me quando o Google se estrepa. Espero que aprenda que ele não está acima da lei. E parabéns aos juízes que não engolem as desculpas e defesas esfarrapadas dessa empresa!
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Google deverá indenizar em R$ 20 mil homem ofendido em blog
O diretor de uma faculdade de Muriaé, na Zona da Mata mineira, conseguiu na Justiça o direito de ser indenizado em R$ 20 mil por danos morais pela Google. O motivo, segundo o processo, foi a publicação, na internet, de material ofensivo contra ele, em uma página de blog hospedada pelo servidor.
No processo, Roberto Santos Barbieri alegou que, em fevereiro de 2008, depois de ter demitido um coordenador do curso de Serviço Social da Faculdade de Minas, passou a ser vítima de hostilidades de um movimento estudantil. Dias depois, esses estudantes passaram a disponibilizar em um blog textos de conteúdo ofensivo.
Ele ajuizou ação de indenização por danos morais contra a Google Brasil Internet Ltda, que é proprietária do domínio “blogspot”, pedindo, em caráter liminar, a retirada de todas as páginas do blog.
Em julho de 2008, o juiz Marcelo Alexandre do Valle Thomaz, da 3ª Vara Cível de Muriaé, concedeu em parte o pedido liminar, determinando à Google que retirasse oito páginas do citado blog, em que havia ofensas diretas ao acadêmico, sob pena de multa de R$ 500.
A decisão em 1ª instância saiu em agosto do ano passado, quando o juiz condenou a Google a indenizar o acadêmico em R$ 20 mil, por danos morais. A empresa recorreu ao Tribunal de Justiça, alegando que não poderia ser responsabilizada pelo conteúdo criado por seus usuários.
No entanto, a desembargadora Cláudia Maia, relatora do recurso, entendeu que “à medida que a provedora de conteúdo disponibiliza na internet um serviço sem dispositivos de segurança e controle mínimos e, ainda, permite a publicação de material de conteúdo livre, sem sequer identificar o usuário, deve responsabilizar-se pelo risco oriundo do seu empreendimento”.
A relatora destacou e ratificou trecho da sentença do juiz de Muriaé, em que ele afirma que “o anonimato garantido pela Google lhe é muito conveniente, posto que ao saberem que qualquer pessoa pode fazer qualquer comentário na internet, seja através de ‘blogs’, seja através de ‘orkut’, mais e mais internautas acessaram as páginas e sites da ré, fazendo com que seus lucros aumentassem”.
“Assim”, continua o juiz, “se opta por não fornecer o nome e IP (número de identificação de cada computador) de quem criou a página, a Google deve arcar com a responsabilidade daí decorrente, não podendo se isentar de culpa”.
“A proibição ao anonimato é ampla, abrangendo todos os meios de comunicação, mesmo as mensagens na internet. Não pode haver, portanto, mensagens apócrifas, injuriosas, difamatórias ou caluniosas”, concluiu o magistrado. “A Constituição veda tal anonimato para evitar a manifestação de opiniões fúteis, infundadas, somente com o intuito de desrespeito à vida privada, à intimidade, à honra de outrem, o que ocorreu no caso em questão.”
Os desembargadores Luiz Carlos Gomes da Mata e Francisco Kupidlowski, da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, acompanharam o voto da relatora. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que ainda cabe recurso da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.
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Esse sensacional quebra-cabeça numérico é viciante!
Você deve colocar os números de 1 a 9 de modo que eles não se repitam em nenhuma linha, nem na vertical nem na horizontal, e não se repitam dentro de cada quadrado destacado.
Tente. É muito bom pra exercitar os neurônios!
E se você acha que isso é perda de tempo, leia o artigo abaixo.
Passatempos podem adiar perda de memória, diz estudo
Um estudo feito nos Estados Unidos afirma que ter um passatempo como ler livros, costurar, tricotar ou até se divertir com jogos de computador pode adiar a perda da memória associada à idade avançada.
Os pesquisadores da Clínica Mayo, do Estado de Minnesota, analisaram cerca de 200 pessoas entre 70 e 89 anos com leves problemas de memória e compararam estas pessoas com um grupo que não apresentava os sintomas.
Aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leitura, jogos ou em hobbies como costura ou tricô, apresentaram 40% menos risco de ter o problema.
Anos depois, estas mesmas atividades reduziram o risco entre 30% e 50%.
“Este estudo é empolgante, pois demonstra que o envelhecimento não precisa ser um processo passivo”, disse o autor do estudo e neurocientista Yonas Geda.
“Simplesmente ao fazer um exercício cognitivo você pode se proteger contra perda de memória no futuro”, disse o pesquisador, salientando que mais pesquisas são necessárias para confirmar as descobertas.
As conclusões da pesquisa serão apresentadas em uma reunião da Academia Americana de Neurologia neste ano.
O estudo descobriu também que assistir televisão não conta como atividade para adiar a perda de memória. Na verdade, segundo o estudo, passar períodos longos em frente à televisão pode acelerar a perda de memória.
No grupo pesquisado pelos cientistas da Clínica Mayo, os que assistiram televisão por menos de sete horas por dia também mostraram uma probabilidade 50% menor de desenvolver perda de memória do que aqueles que passavam um tempo maior do que este.
Para Sarah Day, chefe de saúde pública da Sociedade Britânica de Alzheimer, existe uma grande necessidade de encontrar formas de evitar a demência.
“Exercitar e desafiar seu cérebro, ao aprender novas habilidades, fazer atividades como palavras cruzadas e até aprender um novo idioma, pode ser divertido.”
“Mas é necessário fazer mais pesquisas, acompanhando as pessoas por mais tempo, para entender se estas atividades podem reduzir o risco de demência”, disse.
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