Adolescentes filmam relações sexuais para competir na rede

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Ana Cláudia Barros

Vale tudo para conseguir notoriedade? Esta parece ser uma questão que tem povoado as mentes de muitos adolescentes. Em busca de popularidade, eles estão se submetendo a uma exposição sem limites e inconsequente na internet, ignorando os riscos que esse tipo de comportamento pode implicar.

De acordo com a organização não-governamental SaferNet Brasil, entidade que se dedica à defesa dos direitos humanos na rede, um novo e perigoso “jogo” vem ganhando adeptos entre meninos e meninas brasileiros. Diante de uma câmera, eles fazem sexo e exibem o conteúdo gravado no site de vídeos YouTube. O vencedor da disputa? Aquele que tiver mais “audiência”.

- Recebemos várias denúncias de concursos de vídeos no YouTube. Os adolescentes registram as relações sexuais entre eles, colocam no site e fazem uma competição para ver qual vídeo tem mais acessos, qual é o vídeo mais assistido. Tivemos casos de vídeos com 400 mil execuções – conta o presidente da SaferNet, Thiago Tavares.

Segundo ele, quem costuma se envolver no “jogo”, em geral, tem entre 13 e 16 anos. “Mas é possível encontrar vídeos com participantes de 12 anos. Na maioria das vezes, é o próprio adolescente que produz ou um coleguinha”, destaca.

O presidente da organização explica que a competição é apenas uma das manifestações do Sexting, fenômeno recente, iniciado nos Estados Unidos, “no qual adolescentes e jovens usam seus celulares, câmeras fotográficas, contas de email, salas de bate-papo, comunicadores instantâneos e sites de relacionamento para produzir e enviar fotos sensuais de seu corpo (nu ou seminu). Envolve também mensagens de texto eróticas (no celular ou Internet) com convites e insinuações sexuais para namorados, pretendentes ou amigos” ( Saiba mais ).

A denominação vem da junção das palavras em Inglês sex (sexo) + texting (envio de mensagens).

- Infelizmente, isso tem se tornado frequente entre adolescentes brasileiros – lamenta Tavares. Uma pesquisa realizada pela SaferNet no segundo semestre do ano passado, com estudantes, entre 5 e 18 anos, revelou que, num universo de 2345 entrevistados, 282 admitiram já ter publicado fotos pessoais íntimas na internet, enviado por e-mail ou postado em sites de relacionamento.

Destes, 91 fizeram isso mais de cinco vezes, conforme o levantamento. As amostras foram colhidas em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba, Maranhão e Pará. Neste último, foram descobertos, no início do ano, seis vídeos de sexo entre adolescentes. A existência do material, encaminhado à Polícia Civil de Belém, veio à tona, poucos meses após o surgimento de um vídeo semelhante, gravado em uma escola pública da capital.

Corpo como objeto

De acordo com a psicóloga e psicanalista Élide Camargo Signorelli, especialista em adolescência, esse comportamento de risco está ligado à necessidade que o jovem tem de competir, “o que passa a ser um fim em si”.

- O corpo, a relação sexual com sua intimidade ficam esvaziados de sentido para se reduzirem à coisa. O objetivo não é a relação, e sim, a competição, que poderia acontecer com qualquer outro objeto. No caso, o objeto é o corpo em relação sexual. O que preocupa, então, é essa perda do sentido do contato amoroso, ou mesmo, do simples contato físico, que mereceria lugar privado e teria de ficar restrito apenas ao casal em questão.

A psicóloga identifica uma contradição provocada por esse tipo de conduta:

- O corpo deixa de ser a representação da pessoa para virar coisa. Então, ao mesmo tempo em que eles buscam reconhecimento – e hoje, ser visto significa para muitos, ser reconhecido -, se o que se tem ali é apenas uma “coisa”, não há esse reconhecimento. É um paradoxo.

Élide destaca, ainda, que o desejo de se contrapor às regras é uma tendência própria dessa fase da vida.

- O adolescente já tem uma necessidade de arriscar, de afrontar a vida. Ele se sente onipotente. Desafia a vida e a morte como se pudesse triunfar sobre tudo isso. Na verdade, ele está se sentindo uma formiguinha, mas não pode se expor como uma formiguinha. Ele tem que parecer potente.

Papel dos pais

Segundo a psicóloga, o adolescente, geralmente, vive duas realidades, dentro e fora de casa.

- Eles querem ocupar o lugar de criança para a família e, ao mesmo tempo, ter um lugar “adulto”, um brincar de ser adulto, onde lá já estão beijando, transando. Muitas vezes, e bota muitas vezes nisso, a mãe, o pai não têm a menor ideia do que está acontecendo.

Na opinião de Élide, a participação efetiva dos pais na vida dos filhos é fundamental.

- Para começar, é preciso o mínimo de presença física. Fala-se muito que o importante é a qualidade, mas há um limite para isso. A qualidade também precisa da quantidade. Numa relação, qualquer que seja, quanto mais você encontra a pessoa, mais você tem elementos para conhecer e se fazer conhecer.

Na análise da especialista, atitudes extremas, como o sexting, podem sinalizar mais do que a falta de maturidade para lidar com as novas tecnologias.

Talvez isso (sexting) seja até uma compensação por uma ausência de visibilidade em casa. Se ele não se sente visível, vai procurar ser de alguma forma. Mas procura, em geral, da maneira caricatural. Não é uma visibilidade que vai trazer verdadeiramente o reconhecimento. Pelo contrário, o adolescente se expõe a uma violência, a uma violação. É uma armadilha, porque é aí que ele se desfigura de vez.

(Fonte)

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Compartilhar sua localização na rede pode ser muito perigoso

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As redes sociais são uma febre. Cada vez mais pessoas querem compartilhar tudo o que fazem, com quem fazem e onde fazem! O problema é que, ao fornecer uma série de informações, você pode se expor a sérios riscos. Segundo o consultor especializado em segurança de altos executivos e grandes empresas Nilton Migdal, cada vez mais planos de seqüestros se baseiam em informações de redes sociais. “Isso já não é mais coisa de novela. Conheço casos de pessoas seqüestradas com base em informações fornecidas no Facebook”, diz.

Esse perigo aumenta ainda mais quando as pessoas entram em redes sociais baseadas em localização, como o Foursquare, e também quando passam a atualizar seus posts em movimento, algo potencializado pelo crescimento da oferta de smartphones poderosos e acessíveis. “Essa coisa das pessoas divulgarem onde estão e para onde vão é o sonho de todo bandido”, afirma Migdal. Algumas vezes, porém, uma pessoa mal-intencionada pode descobrir informações de localização de forma indireta. Por meio de fotos, por exemplo.

Concluir que determinada residência está vazia não é difícil, quando uma família inteira aparece numa foto em férias em outro país. Descobrir a academia que um executivo ou uma mulher de negócios frequenta pode ser fácil se, depois da festa de confraternização, as pessoas postarem as fotos nas redes sociais que, para ajudar, fazem o reconhecimento facial automático.
Para evitar problemas, Migdal nos ajudou a criar uma série de recomendações importantes. Vamos a elas:

1- Não compartilhe sua localização na internet, ao menos que seja realmente necessário. Nenhuma rede é totalmente segura

2- Só aceite amigos em sua rede social. Sendo que amigos de amigos não são amigos. Pessoas com os mesmos interesses que você não são seus amigos necessariamente!

3- Não compartilhe fotos de seus filhos com uniformes e outras roupas que permitam identificação com determinadas instituições

4- Não poste fotos de você ou parente com o logo da empresa onde trabalham

5- Evite dar pistas de locais que frequenta, como academias

6- Cuidado com fotos de viagens. Devem ser restritas aos seus amigos porque além de chamar a atenção ao darem a impressão de que o viajante está com as finanças em dia, ainda  podem indicar que você não está em casa

7- Não adianta tomar determinados cuidados se seu marido, esposa, filho e amigos forem displicentes

Migdal admite que suas recomendações para redes sociais podem ser um pouco radicais, mas ele ganha a vida garantindo a segurança de pessoas-alvo. Para ele, a situação está ficando critica porque as pessoas estão abrindo espaço para muitos desconhecidos bisbilhotarem. “Eu devo ter uns 15 amigos de verdade. Tendo a desconfiar das pessoas que tem mais de 300 contatos em redes sociais. Provavelmente são conhecidos, gente com quem nunca realmente se relacionaram”, complementa.

(Fonte)

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Especialista: Violência sexual contra criança é subnotificada

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Ana Cláudia Barros

Os números do Disque 100, serviço da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que recebe, encaminha e monitora denúncias de violência contra crianças e adolescentes, não são modestos: de janeiro a junho deste ano, foram 13 mil casos relatados, 36% deles referentes a situações de violência sexual, como abuso e exploração.

Entretanto, eles estão longe de retratar a verdadeira dimensão do problema no país. Na avaliação da secretária executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, Karina Figueiredo, o tema ainda é cercado de tabus, fazendo com que, muitas vezes, esse tipo de agressão se transforme em um crime tácito.

- É difícil romper o muro do silêncio, romper as barreiras que envolvem a violência e, de fato, conseguir a proteção da criança e do adolescente. Falar sobre esse tipo de violência ainda é complicado para muitas famílias. Há muito tabu e medo.

Para tentar reduzir o abismo entre o que chega aos órgãos oficiais de denúncia e a realidade, o comitê, formado por organizações da sociedade civil e pelo governo, tem investido sistematicamente na discussão do assunto na sociedade.

- Há muito mais casos do que são denunciados. Por isso que, nos últimos dez anos, temos investido muito em campanhas, na sensibilização da sociedade para denunciar. Temos capacitado profissionais de educação e saúde. Por exemplo, o professor tem que ficar atento ao identificar um comportamento diferente na criança. É um desenho? É uma redação? Como o professor pode olhar e observar se aquilo não é um sinal de violência sexual?
Acreditamos que avançamos muito, mas temos que continuar trabalhando nesse sentido. Temos que continuar falando sobre isso, sensibilizando, discutindo nas comunidades, nas escolas. Discutindo com as famílias, com as próprias crianças e adolescentes.

Confira a entrevista

Na avaliação da senhora, a violência contra criança e adolescente, especialmente a sexual, ainda é um tipo violação tácita? Ainda são poucos os casos que acabam descortinados?
Se analisarmos os últimos dez anos, que foi quando implantamos o Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil, é possível perceber que a violência sexual começou a ser mais discutida. Então, isso faz com que haja mais denúncias. Esse tipo de violência sempre existiu, porém, as pessoas têm denunciado mais.

O abusador, na maioria das vezes, é alguém próximo da vítima?
Ele é o pai, o padrasto, o tio. Alguém do ciclo familiar , de convivência da criança. Por isso é difícil contar. Muitas vezes, a mãe percebe, mas não quer contar, porque sabe que se denunciar, o agressor vai ser preso e ele sustenta a família.
Muitas vezes, ele vêm desse contexto cultural machista, que vê a mulher como objeto de dominação e a criança como alguém que não tem direito. É o que a gente chama de cultura “adultocêntrica”. Quem manda é o adulto e a criança só obedece, não tem desejo, não pode falar, se expressar e participar das relações familiares e comunitárias.
Temos outras questões que a gente coloca na própria estrutura da nossa sociedade, que é uma sociedade que gera desigualdade e pobreza. Em função disso, temos a questão do alcoolismo, da dependência de outras drogas.

Nos casos dos crimes sexuais, essa proximidade muito recorrente entre abusador e vítima dificulta uma radiografia mais exata do problema?
É difícil romper o muro do silêncio, romper as barreiras que envolvem a violência e, de fato, conseguir a proteção da criança e do adolescente. Falar sobre esse tipo de violência ainda é complicado para muitas famílias. Há muito tabu e medo.
O que percebemos é que há ainda uma dificuldade de falar por parte da criança que sofre a violência. Há dificuldade de quem convive identificar a violência. Ou identifica e fala: “Não é nada”. Há o professor que identifica, mas tem medo de contar e sofrer represália. Acreditamos que esses sejam os fatores que fazem com que muitas denúncias não cheguem aos canais oficiais.

A violência sexual contra crianças e adolescentes é um crime mais comum do que se pode imaginar?
Bem mais comum. Há muito mais casos do que são denunciados. Por isso que, nos últimos dez anos, temos investido muito em campanhas, na sensibilização da sociedade para denunciar. Temos capacitado profissionais de educação e saúde. Por exemplo, o professor tem que ficar atento ao identificar um comportamento diferente na criança. É um desenho? É uma redação? Como o professor pode olhar e observar se aquilo não é um sinal de violência sexual?
Acreditamos que avançamos muito, mas temos que continuar trabalhando nesse sentido. Temos que continuar falando sobre isso, sensibilizando, discutindo nas comunidades, nas escolas. Discutindo com as famílias, com as próprias crianças e adolescentes. Quando uma criança, de seis, sete anos, tem acesso a esse tipo de informação, ela sabe que se uma pessoa tocar no corpo dela, fizer alguma coisa com ela, ela sabe onde vai falar. Sabe que aquilo não pode ser feito. Sabe diferenciar o que é um toque de afeto e um toque de abuso.

De acordo dos dados do Dique 100, o tipo de denúncia mais recorrente é o de violência sexual. Por que esse tipo de violência lidera as estatísticas?
Vemos a violência sexual como a manifestação de vários fatores. Não é só o pedófilo que tem um transtorno de personalidade, que tem uma questão psicológica envolvida. Há a questão cultural também. Temos o machismo, o homem que ainda acha que a mulher é objeto de dominação dele, portanto, tem que servi-lo sexualmente. O pai que acha que a filha é obrigada a servi-lo. Isso ainda está muito arraigado na cultura.
Se a gente não fizer uma discussão séria para mudar essa questão…Temos trabalhado nos últimos quatro anos na afirmação do direito que a criança e o adolescente têm de desenvolver sua sexualidade de forma saudável, sem violência. São direitos humanos que devem ser respeitado.

A Região Nordeste é a que mais ofereceu denúncias ao Dique 100, nos primeiros meses deste ano. Foram mais de 5 mil casos. Ela é seguida pelas regiões Sudeste (4.288), Sul (1.554), Centro-Oeste (1.152) e, por último, pela região Norte (1.139). Na sua avaliação, a violência sexual ganha um contorno específico de acordo com cada região?
Não necessariamente. Acredito que houve mais denúncias no Nordeste, porque a região tem investido muito em campanhas, na divulgação do próprio Disque 100. Cidades que são referência de exploração sexual no turismo, como Salvador, Fortaleza, Recife, Natal têm apresentado campanhas fortes, trabalhado muito com o setor de turismo. Em função disso, o número de denúncias talvez tenha uma proporção maior do que em outras regiões.
Mas temos evidências que o Nordeste é uma região onde a exploração sexual no turismo ainda é muito recorrente, sobretudo no litoral. Fora do Brasil é divulgado isso: As mulheres do Nordeste, as meninas são “calientes”, estão disponíveis para servir aos homens a um preço barato. O turismo sexual acaba entrando no pacote de turismo.
O Ministério do Turismo tem se esforçado muito para trabalhar a sensibilização da rede que envolve o turismo, motéis, bares, restaurantes. Embora haja uma fiscalização maior, isso ainda é muito comum. Se você andar pelas praias de Recife, Natal, Fortaleza, Salvador, vai encontrar o turista branco, europeu, com a menina brasileira. É o dono da barraca na praia que agencia. É o taxista, o dono do restaurante, o funcionário do hotel.

Na sua análise, quais foram os principais avanços conquistados nos últimos dez anos em relação ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes?
O principal avanço é a mobilização da sociedade para enfrentar e falar sobre a violência sexual, que antes era muito velada. Conseguimos mobilizar vários setores, tanto do governo quanto da sociedade. Hoje temos uma Polícia Rodoviária Federal envolvida nesse processo. Temos a Polícia Federal, o turismo, a educação. São vários setores nessa perspectiva.

Ao longo desses anos, a sociedade ficou menos tolerante em relação a esse tipo de crime?
Exatamente. Ficou menos tolerante. Antes, quando se passava pela esquina e se via meninas em situação de exploração sexual, a sociedade naturalizava aquilo, porque eram as “putinhas sem vergonha”. Hoje a sociedade está sensibilizada, denuncia mais. Isso é um avanço.

Para a senhora, essa mudança de postura pode ser verificada através da evolução do número de denúncias recebidas pelo Disque 100? Em 2003, foram 4.494 denúncias. Em 2008 e 2009, o volume de relatos foi bem superior, chegando a 32.589 e 29.756, respectivamente.
Isso mesmo. Isso mostra que a sociedade está mais mobilizada e menos tolerante à violência.

(Fonte)

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10 Dicas para garantir a segurança de seu filho na internet

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Educar e cuidar de crianças hoje não é a mesma coisa que há vinte anos. Uma das grandes diferenças é resultado da ampliação do acesso à informação e das novas formas de relacionamento, que também impactam o modo de vida dos pequenos. A internet muda tudo. Para ajudar os pais nesse universo completamente novo, aqui vão algumas dicas.

1- Explique os perigos da internet – Se seus filhos são grandes o bastante para usarem o computador (o que acontece cada vez mais cedo), então estão prontos para receberem informações sobre os perigos que podem encontrar. Tenha essa conversa com eles e abra o caminho para o diálogo franco.

2- Crie uma lista clara de coisas que não se deve fazer. No topo da lista: não fornecer informações pessoais como sobrenome, endereço, cidade, número de telefone, nomes de parentes, nome ou local de trabalho dos parentes. Avalie se é importante deixar essa lista ao lado do PC, para ser consultada sempre que houver dúvida.

3- Bloqueie sites inapropriados. Isso pode ser feito tanto restringindo acesso por tipo de conteúdo, quanto bloqueando sites específicos. O Windows tem uma ferramenta para essa necessidade, basta configurar o Controle dos Pais. Mas você também pode baixar programas específicos para controlar o que as crianças fazem na internet.

4- Explore junto. Se esforce para, periodicamente, sentar com seu filho e navegar no incrível mundo da internet. Você pode ensinar hábitos bacanas, mostrar sites interessantes e aproveitar para reforçar o que deve ser evitado.

5- Esteja atento a perigos ocultos. Algumas vezes, imagens inapropriadas ou outros conteúdos censuráveis podem chegar por e-mail, estar no Blog ou rede social de um colega ou chegar por meio de sites de compartilhamento de arquivos. Este é mais um motivo para você monitorar o uso do computador por crianças.

6- Monitore a comunicação instantânea, como MSN e outros programas de bate-papo. Pedófilos e outras pessoas mal-intencionadas geralmente conhecem suas vitimas em salas de bate-papo e a aproximação acontece por trocas de mensagens instantâneas. Alguns programas de controle dos pais bloqueiam conversações desse tipo, o que pode ser bem radical. Uma alternativa é salvar todas as conversas e sempre dar uma olhadinha rápida. Alguns softwares ainda alertam os pais caso as crianças escrevam ou recebam mensagens suspeitas.

7- Estimule conversas sobre internet. Aproveite algumas notícias ou novidades para conversar com seu filho sobre a internet. Fale de outras coisas além de segurança para não parecer sempre o chato da vez. Essa troca pode ser importante no futuro.

8- Estabeleça uma relação de confiança. Pergunte para seu filho como anda a vida cibernética, tente abordar temas espinhosos, para que seu filho se sinta a vontade e confiante se algum dia precisar de sua ajuda.

9- Saiba quais são os jogos preferidos de seu filho. Alguns jogos induzem à violência e devem ser evitados. O Controle dos Pais, do Windows, pode fazer este serviço, mas tente também conversar sobre esse assunto e ver se ele mesmo não opta por jogos menos sangrentos.

10- Estabeleça um limite de horas online. O mundo mudou e será difícil deixar seus filhos longe da internet. Mas viver virtualmente tampouco é saudável. Estabeleça um limite e configure seu PC para desligar automaticamente.

(Fonte)

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Dez sites para os fanáticos por livros

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Para evitar qualquer problema, não reproduzo o artigo todo, mas você, que é fanático por livros, deve lê-lo aqui.

O artigo é do Info Online, para os desconfiados.

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Homem mais rico do mundo vive com R$ 43 mil por mês

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Matéria muito legal que você pode ler aqui (não posso reproduzi-la). Considero um exemplo o modo como o Carlos Slim, o tal ricaço, vive. Nada de ostentação, nada de luxo, alto investimento em instituições filantrópicas. Esse modelo deveria ser seguido pelo povo que, muito longe de ser rico, vive afundado em dívidas e prestações da Marisa e das Casas Bahia para parecer ser o que não tem.

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