Homem mais rico do mundo vive com R$ 43 mil por mês

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Matéria muito legal que você pode ler aqui (não posso reproduzi-la). Considero um exemplo o modo como o Carlos Slim, o tal ricaço, vive. Nada de ostentação, nada de luxo, alto investimento em instituições filantrópicas. Esse modelo deveria ser seguido pelo povo que, muito longe de ser rico, vive afundado em dívidas e prestações da Marisa e das Casas Bahia para parecer ser o que não tem.

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intervalo comercial

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Em tempos de crise, saiba como deixar o orçamento enxuto

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As companhias americanas anunciaram cortes de 100 mil empregos, só na última semana de janeiro. Esse dado, divulgado pela rede de televisão americana CNN, não causa reflexo apenas na economia do hemisfério norte. Todos os dias em nossos noticiários são divulgados os efeitos da crise econômica – que começou com a bolha de créditos imobiliários nos Estados Unidos. E as dificuldades já bateram a porta de muitos brasileiros. Quem não viu um familiar ou amigo próximo perder o emprego em nome da temida crise? (Isso se não foi você mesmo o afetado). Mas antes de se desesperar, saiba que é possível, sim, enxugar os gastos e passar pela turbulência sem sofrer.

É preciso se familiarizar com a palavra “corte”, pois ela estará presente na maioria dos seus diálogos, principalmente com o pessoal de casa. A sugestão de Fábio Gallo, professor do Departamento de Contabilidade, Finanças e Controle da FGV (Fundação Getúlio Vargas), é o que ele chama de orçamento ABCD. Segue a legenda:

A= Alimentação
B= Básico (água, luz, aluguel, transporte etc)
C= Controlável (aquilo que faz a vida melhor e num caso de necessidade – ou para sair do cheque especial – deve ser cortado)
D= Desnecessário (tudo o que não faz sentido, ou seja, vários cartões de crédito, celulares, assinaturas de revistas etc)

Segundo Gallo, as famílias devem planejar um gasto mínimo com alimentação, verificar que é preciso manter o “básico”, perceber alguns gastos que são legais, mas na emergência devem ser cortados e, finalmente, localizar aqueles gastos que não têm o menor sentido. “Supérfluo é, por exemplo, manter o serviço de transferência de chamada no telefone fixo ou comprar um queijo brie”, esclarece.

O que pode parecer óbvio, para alguns é visto como impossível. “Infelizmente, há pessoas que mantém hábitos de gastos e não entendem que o momento de crise pede sacrifícios”, disse o professor da FGV.

Para evitar que você arranque todos os fios do seu cabelo, selecionamos algumas dicas da superintendente de Produtos e Serviços da Associação Comercial de São Paulo, Roseli Maria Garcia:

Anote todos os seus gastos: não esqueça nem dos centavos trocados por uma bala. Marque exatamente tudo, e para isso não é preciso uma elaborada planilha no Excel, uma caderneta ou mesmo um papelão servem para essa tarefa.

Análise: o caderninho surtirá efeitos neste momento. “Analise semanalmente todos os itens gastos. Com certeza, você perceberá que houve compras que poderiam ter sido evitadas, daí surgem os primeiros cortes”, explica Roseli.

Reunião familiar: a sua renda não precisa ser divulgada, mas os gastos devem ser conhecidos por toda a família. Divida a responsabilidade com todos, até mesmo com as crianças, e deixe claro as conseqüências negativas de uma conta no vermelho.

Pesquisa de preços: siga o conselho de sua mãe e procure pela melhor oferta, não saia comprando no primeiro lugar.

Crediário é permitido, mas…: “Ainda recomendamos as compras parceladas e financiamentos, mas é preciso se comprometer e encaixar o gasto no orçamento durante todo o período das prestações”, explica Roseli.

Comida caseira: algo que pesa muito são os gastos em restaurante. Por isso, que tal trocar o almoço em um por quilo por uma marmita preparada em casa? E na noite de sábado, o jantar na pizzaria pode ser substituído por encontro com os amigos em casa.

E antes que a crise te pegue, o conselho é não desperdiçar. Aproveite as dicas para começar aquela tão adiada poupança. “É indicado manter reservas para se manter durante um período de seis a doze meses. Pois, é preciso entender que no caso de desemprego, o tempo para se recolocar no mercado está muito mais longo”, alerta Fábio Gallo. A poupança de ser colocada como um gasto básico, para que dessa forma ela entre no seu orçamento.

Fonte

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Torne-se amigo do Gnome

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Encontrei este artigo muito interessante no blog do Lício hoje. A proposta é atrair pessoas que ajudem financeiramente a manter o projeto Gnome, o melhor ambiente desktop para o Linux, na opinião deste humilde usuário novato do Ubuntu.

Se você ainda não desperdiçou todo o 13º, se não sabe onde investir o aumento, se decidiu fazer de 2009 seu ano das causas meritórias e humanitárias, eis minha dica: torne-se amigo do Gnome!

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Como eliminar a dívida

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Levanta a mão quem não tá lutando pra matar dívidas! Infelizmente, 9,63 de cada 10 pessoas estão atrás disso. Então, leia este bom artigo.

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A maioria das pessoas não teve qualquer educação financeira. Nem na escola, nem dentro da família ou com os amigos. Isso leva a que tomem más decisões e acabem por acumular uma lista de dividas.

Por isso, aqui ficam algumas dicas de como deve comportar-se para evitar endividar-se de forma incomportável.

Ter objectivos

Quando somos jovens, a reforma parece uma coisa impossível, que apenas os idosos se devem preocupar. Isto é um erro, porque já aqui vimos o poder dos juros compostos e de iniciar as poupanças e os investimentos o mais cedo possível.

A reforma deverá ser um dos nossos objectivos, para não virmos a contrair dividas no final da vida, que deverá ser uma fase tranquila em termos financeiros.

Além da reforma, deverá planear outros objectivos que custam a pagar, como viagens, educação, casas, carros, etc. Quando não faz esse planeamento, o que acontece é que compra impulsivamente a crédito e assim começa o sofrimento financeiro.

O primeiro objectivo que devemos ter é, eliminar as dividas, para depois nos concentrarmos em objectivos mais interessantes para a nossa felicidade.

A força de criarmos objectivos é que passamos a ter uma razão muito forte para poupar dinheiro e essa razão motiva-nos a fazer pequenos sacrifícios hoje para colher os frutos amanhã.

Criar um fundo de emergência

Criar um fundo de emergência é um dos primeiros passos recomendados no domínio das finanças pessoais. Ninguém sabe o que pode acontecer amanhã e é muito difícil que tudo corra como planeado. Um acidente de carro, uma infelicidade de um familiar, o desemprego, etc.

Sem um fundo de emergência para estas ocasiões, temos de recorrer a crédito rapidamente para nos financiarmos. Estes créditos têm sempre juros mais elevados devido sua composição.

Se acontecer ter de contrair uma dívida para um caso destes, deverá concentrar-se em pagar completamente esse empréstimo de curta duração e, logo a seguir, criar um fundo de emergência.

Fazer orçamento doméstico

Depois de decidir terminar com as dividas, é hora de dar o primeiro passo prático. Esse passo consiste em fazer um orçamento doméstico para anotar todas as receitas e despesas. Quando não sabemos para onde vai o dinheiro, não sabemos onde poupar e andamos deriva. Existem muitos programas de computador que ajudam nessa tarefa, mas até uma simples folha de cálculo é suficiente para dar essa informação.

Eliminar as dividas com o método bola de neve

O método bola de neve é excelente para que o processo de eliminar dívidas funcione na perfeição, porque não é apenas uma questão matemática, é também uma questão mental e esta é normalmente mais forte que tudo o resto.

Ao irmos eliminando as pequenas dividas em primeiro lugar, ficamos com uma motivação extraordinária para continuarmos no bom caminho para as grandes dividas.

Com estes pequenos truques conseguirá desenvolver um processo prático para atacar as dividas e viver muito mais tranquilo consigo mesmo.

Fonte

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Por que o salário nunca é suficiente e sempre queremos mais?

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Há pessoas que, de fato, têm um salário muito baixo, que está longe de condizer com o padrão de vida das grandes cidades. Em capitais como São Paulo, o aluguel é caro, a comida é cara, até ir ao cinema é caro. No entanto, existem outras que têm um ganho razoável e estão sempre a reclamar. Pior que isso: há aqueles que figuram no topo dos assalariados, que recebem muito mais do que a média do mercado, como os executivos das grandes empresas, e, ainda assim, vivem endividados.

“Por que isso acontece?”, foi a pergunta feita ao administrador e palestrante Jerônimo Mendes, autor do livro “Oh, Mundo Cãoporativo!”, publicado pela editora Qualitymark. Ele respondeu que era uma questão simples: “ter disciplina é difícil!”.

E tudo isso piorou com o consumo de massa, com as sedutoras propagandas veiculadas pelas empresas, com a moda se tornando um imperativo para se socializar, fazer parte de um grupo e com o vazio das pessoas aumentando a cada dia. “As pessoas se sentem melhor quando consomem, parece que afogam suas mágoas”, sublinhou o autor.

Paz de espírito

O principal erro dos consumidores diz respeito ao cálculo que fazem na hora das compras . “Eles olham a prestação e, caso ela caiba no orçamento mensal, compram”, conta Mendes. O mínimo que deveria ser feito, entretanto, é calcular o valor total, acrescido dos juros, e analisar se a compra vale mesmo a pena.

Muitas vezes, compensa mais poupar e pagar vista mais tarde. “Esse costume do brasileiro de não calcular o valor final do bem acaba comprometendo-o por meses a fio, transformando-o em refém de suas próprias finanças”.

O fato é que não temos a disciplina suficiente para vivermos com o que ganhamos, de acordo com o administrador. Pode perceber: sua despesa cresce proporcionalmente renda, não importa se esta é de R$ 1 mil, R$ 3 mil ou R$ 20 mil. “A não ser que o profissional tenha muita disciplina para viver com, no máximo, 90% de sua renda, sobrando assim dinheiro para alguma poupança, se torna refém do salário”, garante.

“O maior erro que se pode cometer é não saber viver com o salário que se recebe e, por conta das propagandas que a mídia veicula diariamente, acabar levando uma vida de empréstimos e mais empréstimos, fazendo do cheque especial a extensão do salário. É necessário muito amor e equilíbrio para resolver o problema da falta de dinheiro na família. De fato, 5% de dissídio ou 10% de meritório não vão resolver sua vida. Mas greve, cara feia, conversa séria com o chefe ou até mesmo um novo emprego não serão suficientes para acabar com sua insatisfação, caso não tenha disciplina”, finaliza.

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