Estupro virtual: cada vez mais comum no Brasil e mundo

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Notícias de estupros virtuais são cada vez mais recorrentes. São crianças, jovens e mulheres chantageadas e obrigadas a mostrar o corpo e até atuarem em cenas típicas de filmes pornôs em frente a câmeras de computadores.

Esse tipo de crime vem sendo cada vez mais explorado por hackers e até por pessoas comuns. Um norte-americano foi preso e está sendo julgado por chantagear e extorquir mulheres, depois de invadir e encontrar informações e imagens pessoais no computador de suas vitimas. Já um hacker alemão invadiu centenas de computadores de meninas em idade escolar para espioná-las pelas próprias webcams. Alguns desses vídeos, no entanto, são filmados e caem na rede.

Segundo o detetive virtual Wanderson Castilho, a exposição da intimidade das pessoas na rede mundial de computadores gera efeitos psicológicos semelhantes ao estupro físico, com a diferença que o primeiro pode continuar se repetindo diariamente. “Todos os dias o vídeo pode reaparecer, é uma angústia”, diz.

Ele mesmo está atuando no caso de uma menina de 13 anos que, ao se ver chantageada por um amigo de um colega de sala, acabou por se despir em frente à câmera. Ela cedeu à pressão do garoto que a filmou bebendo e fumando em uma festa da escola e que passou a ameaçá-la, alegando que enviaria as imagens ao pai da adolescente. “Ela tem pais severos, que lhe causavam medo e não soube como reagir”, explica o detetive, que trabalha para levar esses casos à justiça.
Muitas vezes as pessoas se sentem culpadas por terem produzido alguma imagem depois usadas para extorsão e chantagem. Mas Castilho lembra que é crime divulgar imagens de pessoas sem prévia autorização.

A boa notícia é que cada vez mais casos de exposição de mulheres na rede, chantagem e extorsão estão sendo julgadas e os culpados condenados. Castilho teve a satisfação de ver uma de suas clientes – uma jornalista que teve algumas fotos em que aparece nua espalhadas em sites de prostituição pelo ex-namorado frustrado – ganhar a causa na justiça e ver seu algoz pagar a pena de dois anos de prisão.

“A punição das pessoas que cometem esse tipo de crime não anula os danos causados às vitimas, mas concede um momento de paz”, afirma Castilho.

(fonte)

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PF prende 20 por acusação de pedofilia na Internet em um único dia

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A notícia já tem uns dias, mas só consegui publicar hoje. Gosto de saber que cretinos como esses foram pegos. Ainda faltam muitos… Só lastimo não colocarem a fuça desses porcos nas matérias. A população toda deveria saber quem são os envolvidos com essa vileza. Quantos bons vizinhos, quantos amigos de confiança, quantas “tias” que cuidam de crianças dos vizinhos, quantos tios queridos não estão entre eles!

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Vinte pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal nesta terça-feira (27/7) em operação de combate à pedofilia na Internet – um recorde, segundo a polícia. Elas foram flagradas com material que continha pornografia infantil.

A ação faz parte da Operação Tapete Persa, que foi iniciada na manhã desta terça e cumpriu metade dos 81 mandados de busca e apreensão em 54 cidades e nove Estados do País.

Entre os presos estão quatro idosos e um coronel da Polícia Militar. Três pessoas foram indiciadas por não terem sido encontradas no local do crime. Caso sejam condenados, poderão cumprir penas de até 15 anos de prisão.

De acordo com o chefe do Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet da Polícia Federal, delegado Stênio Santos Souza, o material apreendido inclui diversas imagens em vídeo que mostravam abusos contra crianças.

Foram realizadas operações de busca e apreensão nos Estados de Alagoas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, bem como no Distrito Federal.

(fonte)

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Adolescentes filmam relações sexuais para competir na rede

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Ana Cláudia Barros

Vale tudo para conseguir notoriedade? Esta parece ser uma questão que tem povoado as mentes de muitos adolescentes. Em busca de popularidade, eles estão se submetendo a uma exposição sem limites e inconsequente na internet, ignorando os riscos que esse tipo de comportamento pode implicar.

De acordo com a organização não-governamental SaferNet Brasil, entidade que se dedica à defesa dos direitos humanos na rede, um novo e perigoso “jogo” vem ganhando adeptos entre meninos e meninas brasileiros. Diante de uma câmera, eles fazem sexo e exibem o conteúdo gravado no site de vídeos YouTube. O vencedor da disputa? Aquele que tiver mais “audiência”.

- Recebemos várias denúncias de concursos de vídeos no YouTube. Os adolescentes registram as relações sexuais entre eles, colocam no site e fazem uma competição para ver qual vídeo tem mais acessos, qual é o vídeo mais assistido. Tivemos casos de vídeos com 400 mil execuções – conta o presidente da SaferNet, Thiago Tavares.

Segundo ele, quem costuma se envolver no “jogo”, em geral, tem entre 13 e 16 anos. “Mas é possível encontrar vídeos com participantes de 12 anos. Na maioria das vezes, é o próprio adolescente que produz ou um coleguinha”, destaca.

O presidente da organização explica que a competição é apenas uma das manifestações do Sexting, fenômeno recente, iniciado nos Estados Unidos, “no qual adolescentes e jovens usam seus celulares, câmeras fotográficas, contas de email, salas de bate-papo, comunicadores instantâneos e sites de relacionamento para produzir e enviar fotos sensuais de seu corpo (nu ou seminu). Envolve também mensagens de texto eróticas (no celular ou Internet) com convites e insinuações sexuais para namorados, pretendentes ou amigos” ( Saiba mais ).

A denominação vem da junção das palavras em Inglês sex (sexo) + texting (envio de mensagens).

- Infelizmente, isso tem se tornado frequente entre adolescentes brasileiros – lamenta Tavares. Uma pesquisa realizada pela SaferNet no segundo semestre do ano passado, com estudantes, entre 5 e 18 anos, revelou que, num universo de 2345 entrevistados, 282 admitiram já ter publicado fotos pessoais íntimas na internet, enviado por e-mail ou postado em sites de relacionamento.

Destes, 91 fizeram isso mais de cinco vezes, conforme o levantamento. As amostras foram colhidas em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba, Maranhão e Pará. Neste último, foram descobertos, no início do ano, seis vídeos de sexo entre adolescentes. A existência do material, encaminhado à Polícia Civil de Belém, veio à tona, poucos meses após o surgimento de um vídeo semelhante, gravado em uma escola pública da capital.

Corpo como objeto

De acordo com a psicóloga e psicanalista Élide Camargo Signorelli, especialista em adolescência, esse comportamento de risco está ligado à necessidade que o jovem tem de competir, “o que passa a ser um fim em si”.

- O corpo, a relação sexual com sua intimidade ficam esvaziados de sentido para se reduzirem à coisa. O objetivo não é a relação, e sim, a competição, que poderia acontecer com qualquer outro objeto. No caso, o objeto é o corpo em relação sexual. O que preocupa, então, é essa perda do sentido do contato amoroso, ou mesmo, do simples contato físico, que mereceria lugar privado e teria de ficar restrito apenas ao casal em questão.

A psicóloga identifica uma contradição provocada por esse tipo de conduta:

- O corpo deixa de ser a representação da pessoa para virar coisa. Então, ao mesmo tempo em que eles buscam reconhecimento – e hoje, ser visto significa para muitos, ser reconhecido -, se o que se tem ali é apenas uma “coisa”, não há esse reconhecimento. É um paradoxo.

Élide destaca, ainda, que o desejo de se contrapor às regras é uma tendência própria dessa fase da vida.

- O adolescente já tem uma necessidade de arriscar, de afrontar a vida. Ele se sente onipotente. Desafia a vida e a morte como se pudesse triunfar sobre tudo isso. Na verdade, ele está se sentindo uma formiguinha, mas não pode se expor como uma formiguinha. Ele tem que parecer potente.

Papel dos pais

Segundo a psicóloga, o adolescente, geralmente, vive duas realidades, dentro e fora de casa.

- Eles querem ocupar o lugar de criança para a família e, ao mesmo tempo, ter um lugar “adulto”, um brincar de ser adulto, onde lá já estão beijando, transando. Muitas vezes, e bota muitas vezes nisso, a mãe, o pai não têm a menor ideia do que está acontecendo.

Na opinião de Élide, a participação efetiva dos pais na vida dos filhos é fundamental.

- Para começar, é preciso o mínimo de presença física. Fala-se muito que o importante é a qualidade, mas há um limite para isso. A qualidade também precisa da quantidade. Numa relação, qualquer que seja, quanto mais você encontra a pessoa, mais você tem elementos para conhecer e se fazer conhecer.

Na análise da especialista, atitudes extremas, como o sexting, podem sinalizar mais do que a falta de maturidade para lidar com as novas tecnologias.

Talvez isso (sexting) seja até uma compensação por uma ausência de visibilidade em casa. Se ele não se sente visível, vai procurar ser de alguma forma. Mas procura, em geral, da maneira caricatural. Não é uma visibilidade que vai trazer verdadeiramente o reconhecimento. Pelo contrário, o adolescente se expõe a uma violência, a uma violação. É uma armadilha, porque é aí que ele se desfigura de vez.

(Fonte)

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Menos um!

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O procurado pela Justiça, João Detling, foi preso na manhã de hoje, na praia de São Sebastião, litoral paulista, mais precisamente no bairro de Cambury.

Ele foi apresentado a Divisão de Capturas e oficializada a sua prisão.

Parabéns a todos os policiais da Divisão de Capturas de São Paulo envolvidos na operação.

O caso

João Detling era marceneiro e fazia brinquedos de madeira. Foi assim que se aproximou da vítima, há dez anos, e ganhando a confiança da família da criança teria abusado sexualmente da menina.

“Ela gostava porque ele fazia brinquedinho de madeira e vinha brincar com ela no sofá, com a gente do lado”, lembra a mãe da menina.

Mas a criança estava passando por momentos de terror.

“O pior de todos foi quando ele a prendeu na serra elétrica. Ele a colocou na mesa de serra, para ela não se mexer, e fez o que bem quis com a serra ligada”, conta a mãe.

João Detling foi condenado a 14 anos, mas fugiu.

Fonte

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Se você viu esse homem, denuncie à polícia!

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João Detling foi condenado a 14 anos de prisão, mas fugiu e nunca foi preso

JOÃO DETLING
sexo: Masculino
natural: SANTO ANDRÉ / SP
data de nascimento: 14/03/1948
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CRIMES
ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR
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CARACTERÍSTICAS:
OLHOS CASTANHOS – PELE BRANCA – CABELOS GRISALHOS
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HISTÓRICO:
JOÃO DETLING, 60 ANOS, CABELOS GRISALHOS, CORCUNDA, EXERCE OFÍCIO DE MARCINEIRO, ESPECIALISTA EM BRINQUENDOS INFANTIS, É PROCURADO PELA POLÍCIA PAULISTA, PELO CRIME DE ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR ( ART. 214 C.P.B. ), SENDO VÍTIMA MENOR.
____________________________________________________________
OUTROS DADOS:
DIVISÃO DE CAPTURAS / DELEGACIA DE DEFESA DA MULHER DE SANTO ANDRÉ

INFORMAÇÕES
Se você tiver qualquer informação sobre esse indivíduo, informe imediatamente a unidade policial mais próxima ou, envie um
e-mail para procurados@policiacivil.sp.gov.br

Sua colaboração é fundamental denuncie pela INTERNET ou pelo fone 197

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Cretinos do Orkut na cadeia

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Esta é uma boa notícia: oito pedófilos que usavam o Orkut foram presos. É muito pouco ainda, e há muitos outros tantos que se sentem à vontade no Orkut para divulgar sua perversão e assediar crianças. Mas é algo a se comemorar! A fuça desses monstros deveria ser conhecida do público, para que as pessoas se convençam de que eles são gente da família, vizinhos, amigos, parentes próximos, aquele professor tão querido, aquela tia da escola sempre tão carinhosa, aquele adolescente que está sempre com os meninos do bairro… São monstros, sim, mas não têm cara de monstro.

Mas enquanto os pais irresponsáveis continuarem aceitando que seus filhos participem do Orkut (que é proibido para menores), continuarem expondo fotos dos filhos que fazem a loucura dos doentes (com roupas de banho ou coladas ao corpo, em poses sensuais ou nus, sendo beijados na boca…), continuarem divulgando vídeos caseiros de crianças com pouca roupa dançando funk, haverá muito com que os porcos se divertirem.

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Pedofilia atinge 1 em cada 5 crianças que acessam a web

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Não, você não leu errado. É exatamente isto que afirmou hoje o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações[bb] (UIT), Hamadoun Touré, durante a celebração pelo Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação, festejado em 18 de maio. A notícia completa está aqui.

Uma em cada cinco. Pense na sala de aula de seu filho. Penso na turminha do futebol[bb] dele. Pensa na classe de balé[bb] de sua filhota. Uma em cada cinco. Uma em cada cinco. E talvez seu filho seja o número cinco. Um, dois, três, quatro… seu filho!

Você ainda pensa mesmo que seu filho está imune a isso pelo simples fato de ser… seu filho? Você pensa mesmo que uma olhadinha ocasional por cima do ombro dele pra ver com quem está falando no msn resolve tudo? Você acredita de verdade que ele precisa estar no Orkut, mentindo que tem no mínimo 18 anos? Uma em cada cinco.

Alguém pode perguntar por que o De Tudo dedica tanto espaço a esse assunto. Não seria melhor falar de outras tantas coisas? “Afinal, você fala de tudo…”.

As três razões pelas quais falo são simples:

1. Falo porque há pouca gente falando sobre isso;

2. Falo porque o assunto é muito mais sério do que imagina nossa cômoda ingenuidade;

3. Falo porque é o infinitamente mínimo que posso fazer a fim de ajudar pais e filhos.

Uma em cada cinco.

Onde está seu filho agora? Com quem está falando? Com que pessoa de confiança você o deixou?

Uma em cada cinco.

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Assistam ao Globo Repórter hoje

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Nesta sexta-feira (15), no Globo Repórter, você vai ver que apenas em um hospital de São Paulo, sete crianças vítimas de violência sexual são atendidas por dia. Você vai conhecer a história da mulher que anda pelas ruas em busca do homem que abusou da filha e o drama dos pais de Catanduva, em São Paulo, onde pelo menos 50 crianças já sofreram abuso sexual. Saiba o que é possível fazer para evitar esse risco.

Se puder, Francisco, divulgue no De Tudo. A Rede Globo não merece muito que seja divulgada porque não liga para esse problema da pedofilia, mas acho importante que os pais assistam.

Tandai

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Pedido feito, pedido atendido. Concordo com ela: Globo não merece divulgação, mas o assunto é importante. Por isso, abro essa exceção.

E visitem sempre o Brasil Contra a Pedofilia.

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Dica de filme

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Este não é um filme[bb] pra divertir, pra assistir a fim de passar o tempo. É pra fazer pensar, pensar muito seriamente sobre o mundo em que vivemos, no qual gente ganha dinheiro vendendo gente. E pra pensar no que podemos fazer pra combater isso.

A dica é de minha amiga Tandai Ayan, do Brasil Contra a Pedofilia.

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O filme “Trade” acompanha a história de uma menina mexicana de 13 anos (Paulina Gaitan) e da jovem menina polonesa (Alicja Bachleda) enquanto elas são seqüestradas por criminosos de uma rede de tráfico de pessoas e de exploração sexual no México. As jovens são transportadas para venda nos Estados Unidos. Enquanto fazem sua brutal jornada ao Norte, o irmão mais velho da jovem garota (Cesar Ramos), e um policial Texano (Kevin Kline), iniciam uma desesperada e perigosa tentativa de resgate.

Trade é inspirado na dramática reportagem publicada pela revista do New York Times intitulada “The Girls Next Door” escrita por Peter Landesman’s. O artigo expôs a indústria americana do tráfico para fins sexuais.
A distribuidora do filme decidiu doar 5% da primeira semana de exibição à agência da ONU e organizações internacionais de direitos humanos.

Assista ao trailer:

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Japão, lolitas e pedofilia

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Desculpem-me voltar ao assunto, mas há algo de doente na cultura (?!) japonesa. Há pessoas que insistem, que juram de pés juntos que animes e outras variações de desenho japonesas em que mulheres são mostradas como crianças ou em que crianças são mostradas como mulheres são apenas cultura, que são coisas que ofendem nossa mentalidade ocidental, mas que para eles, japoneses, não têm nada demais, que não provoca neles o que provoca nas mentes doentes e reprimidas do mundo cristianizado… e o desfile de falácias e bobagens argumentativas segue. Será que é tudo tão inocente assim? Com certeza, não.

Veja as duas notícias neste link. A primeira fala do uso de mulheres vestida como estudantes para atrair turistas. E isso promovido pelo governo japonês, que diz que é divulgar “um estilo de moda”. Será que é só isso mesmo que os turistas vão procurar: conhecer moda? Precisa mesmo disso pra divulgar turismo e atrair gente pro seu país? E se fosse tudo tão inocente e sem problemas, o que explica a segunda notícia do link: Japão bate recorde de casos de pedofilia! Epa! Como assim? Não é o país onde tudo é diferente? Em que não há problema com esses desenhos ou com o que eles mostram? Não é só arte?

Leia este trecho da segunda matéria:

Apesar da sofrida realidade, nem é preciso analisar os dados da polícia para perceber que o Japão tem um problema sério com a pedofilia. Problema que, na minha opinião, é agravado pela própria sociedade, que permite a erotização do mundo infantil e adolescente, sobretudo por meio do entretenimento.

Todos os dias é possível ver homens feitos e até senhores de idade, lendo em locais públicos como os trens, mangás que exibem em suas páginas teenagers vestindo roupinhas de colegial em poses para lá de sensuais. Os conhecidos animes, que são os desenhos animados japoneses, também não ficam para trás e acabam cultuando a mesma ideologia.

Há algo de muito, muito doente, pervertido, podre, mas divulgado, aceito e aplaudido na terra dos olhos puxados. Concordo com o que uma amiga minha diz, que sumariza tudo:

O Japão é um país que usa seus costumes milenares para camuflar a pedofilia e a pornografia infantil.

Simples, direta, no ponto, coberta de razão.


Não, não vou ilustrar o texto com alguma coisa que interesse aos doentes.
Por isso, contentem-se com essa gata com olhos de anime.

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Futuro »