Nova versão do BrOffice disponível!

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Como já mencionamos aqui, aqui, aqui e aqui, o BrOffice é uma opção robusta e gratuita ao Office do tio Bill. Recentemente, como noticiado aqui e na revista Época, o BrOffice, diferentemente dos programas da m$, já está pronto para a reforma ortográfica graças ao Vero, seu verificador ortográfico.

Todo esse preâmbulo para anunciar que a nova versão do BrOffice está disponível! Clique na imagem lá em cima ou aqui para baixar a versão rwindow$. Infelizmente, o link para a versão Linux está com problema neste momento.

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Mais uma razão pra detestar o rwindow$

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Eu não uso o programa MSN há muito tempo, mas Pidgin. Este comunicador permite a você acessar contas MSN (várias ao mesmo tempo), ICQ, GTalk, Yahoo Messenger, Skype (com um plugin em versão para rwindows, Mac e Linux/Ubuntu) e outros. Isso com a vantagem de ser um programa mais leve que o meceneca e não ter todos os furos que aquele tem.

Hoje pela manhã minhas contas MSN não entravam de jeito nenhum. Perguntei a uma colega, pelo Skype, se ela estava no meceneca. Ela respondeu que sim, mas que só conseguiu entrar depois de ter atualizado no sábado para a última versão. Pois é: a M$ mais uma vez resolveu mudar algum protocolo, e nem o meceneca se entendia com ele mesmo. Por essa razão, o Pidigin não conseguia acessar algumas contas.

Infelizmente, para quem usa rwindow$ só resta esperar a nova versão do Pidgin ser lançada. Para os felizardos e sábios que optam pelo Linux, a solução é simples, como o colega Fuzzer ensina:

Usuários do Pidgin tiveram uma surpresa desagradável ao tentar conectar ao MSN hoje pela manhã. Alguma coisa aconteceu, provavelmente mudança de protocolo, e o login não está sendo feito com sucesso.

Usuários Ubuntu não precisam se apavorar, no site br-linux.org, uma solução foi sugerida e podemos fazer a instalação do plugin diretamente pelo gerenciador de pacotes Synaptic.

Siga os passos abaixo para resolver o problema:

  • Vá no menu Sistema->Administração->Gerenciador de Pacotes Synaptic
  • No campo “Busca Rápida” digite msn-pecan
  • Dê um duplo clique no primeiro pacote listado e clique em “Aplicar”
  • Após a instalação, feche o pidgin caso ele esteja aberto e abra novamante.
  • Desconecte sua conta do MSN e altere o protocolo de MSN para WLM

Pronto, já podemos entrar novamente no MSN utilizando o Pidgin.

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Conheça o sistema livre que ameaça o Windows

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Ashlee Vance

Eles são uma praga miserável ou as pessoas capazes de superar o Windows. Escolha. Em dezembro, centenas desses controversos desenvolvedores de software se reuniram por uma semana na sede do Google em Mountain View, Califórnia. Eles vieram do mundo todo, exibindo muitos dos sinais usuais dos soldados do software: jeans, cabelo preso em rabo de cavalo, barba desgrenhada e olhos vermelhos.

Hazel Thompson/The New York Times

Mark Shuttleworth, líder do Ubuntu, posa com sua equipe, em Londres

Mark Shuttleworth, líder do Ubuntu, posa com sua equipe, em Londres

Mas em vez de programar pela melhor oferta, os desenvolvedores coordenavam um esforço, sobretudo voluntário, para solapar o sistema operacional da Microsoft, Windows, que gerou cerca de US$ 17 bilhões em vendas no ano passado. O estardalhaço se centrava em algo chamado Ubuntu e um homem com o nome de Mark Shuttleworth, um carismático bilionário sul-africano de 35 anos, que trabalha como o líder financeiro e espiritual desse clã da codificação.

Criado há mais de quatro anos, o Ubuntu emerge como a versão mais celebrada e de maior expansão do sistema operacional Linux, que compete com o Windows primordialmente devido a seu preço extremamente baixo: zero.

Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas rodem o Ubuntu atualmente, e elas representam uma ameaça à hegemonia da Microsoft nos países desenvolvidos e talvez uma maior ainda em regiões que correm atrás da revolução tecnológica. “Se tivermos sucesso, podemos mudar os fundamentos do mercado de sistema operacional,” disse Shuttleworth em um intervalo do encontro, o Ubuntu Developer Summit. “A Microsoft precisaria se adaptar, e acho que seria saudável.”

O Linux é gratuito, mas existe dinheiro envolvido nos serviços para o sistema operacional. Companhias como IBM, Hewlett-Packard e Dell instalam Linux em mais de 10% de suas máquinas vendidas como servidores, e empresas pagam esses fabricantes de hardware e outros, como as vendedoras de software Red Hat e Oracle, para obter assistência técnica e atualização de seus sistemas com base em Linux.

Mas a Canonical, companhia de Shuttleworth que desenvolve o Ubuntu, decidiu focar suas aspirações de médio prazo sobre os PCs usados por trabalhadores e usuários em suas residências.

O sonho de um competidor de peso com base em Linux para fazer frente ao Windows e, em menor escala ao Mac OS X, da Apple, é recorrente para os defensores do software de código aberto. Eles defendem a idéia de que um software que pode ser alterado gratuitamente pelas massas pode se provar melhor e mais barato do que o código protegido produzido por corporações enfadonhas.

Em sua tentativa, entretanto, os fanáticos por Linux fracassaram na missão de tornar o sistema hegemônico em computadores pessoais e portáteis. O software por vezes estranho permanece no reino dos geeks, não das avós. Com o Ubuntu, acreditam os devotos, as coisas talvez finalmente mudem.

“Acho que o Ubuntu capturou a imaginação das pessoas em torno do Linux no PC,” disse Chris DiBona, gerente para código aberto do Google. “Se há esperança para o Linux no PC, são eles.” Quase metade dos 20 mil funcionários do Google usa uma versão levemente modificada do Ubuntu, apelidada de Goobuntu.

Pessoas que se deparam com o Ubuntu pela primeira vez o acham bem similar ao Windows. O sistema operacional tem uma interface gráfica eficiente, menus familiares e todos os softwares comuns em computadores: navegador de internet, programas de e-mail e mensagem instantânea e um conjunto de utilitários para criar documentos, planilhas e apresentações.

Companhias de tecnologia estabelecidas já notaram o entusiasmo acerca do Ubuntu. A Dell começou a vender computadores com o software em 2007, e a IBM recentemente tornou o Ubuntu a base de um pacote de software que compete com o Windows.

A Canonical, que tem sede em Londres, possui mais de 200 funcionários em tempo integral, mas sua força de trabalho vai muito além, através de um exército de voluntários. A companhia pagou para que cerca de 60 voluntários fossem ao seu evento de desenvolvimento, considerando-os importantes contribuidores para o sistema operacional.

Outros mil trabalham no projeto Debian e disponibilizam seu software à Canonical, enquanto cinco mil disseminam informação sobre o Ubuntu pela internet. E 38 mil já se cadastraram para traduzir o software em diferentes línguas.

Quando uma nova versão do sistema operacional é disponibilizada, os devotos do Ubuntu se avolumam na internet, geralmente prejudicando os web sites que o distribuem. E centenas de outras organizações, a maioria universidades, também ajudam na distribuição. O instituto de pesquisa tecnologia IDC estima que 11% das empresas americanas possuem sistemas baseados no Ubuntu. Ou seja, muitos dos maiores consumidores do Ubuntu estão na Europa, onde o domínio da Microsoft enfrenta intensos escrutínios regulatórios e políticos.

O Departamento de Educação da Macedônia confia no Ubuntu, fornecendo 180 mil cópias do sistema operacional às crianças, enquanto o sistema escolar espanhol possui 195 mil computadores com Ubuntu. Na França, a Assembléia Nacional e a Gendarmerie Nationale, a polícia militar, contam com o Ubuntu num total de 80 mil PCs. “A palavra ‘gratuito’ foi muito importante,” disse Rudy Salles, vice-presidente da assembléia, observando que com ele a legislatura abandonou a Microsoft.

Sem dúvida, a rápida ascensão do Ubuntu teve a ajuda do fervor em volta do Linux. Mas é Shuttleworth e seu estilo de vida ostentoso que geram boa parte da atenção dada ao Ubuntu. Embora prefira se vestir casualmente como os desenvolvedores, algumas de suas atividades, inclusive uma viagem ao espaço, são tudo menos triviais.

“Veja, tenho uma vida privilegiada, certo?” disse Shuttleworth. “Sou bilionário, bacharel e ex-cosmonauta. A vida não poderia ser melhor. Ser um geek de Linux traz equilíbrio à força.”

A primeira parcela da fortuna de Shuttleworth veio após ele se formar em negócios na Universidade da Cidade do Cabo em 1995. Ele pagava suas contas operando uma pequena consultoria de tecnologia, configurando servidores Linux para companhias rodarem seus sites e outras operações básicas. Sua inclinação aos negócios e seu passado tecnológico o inspiraram a tentar aproveitar o interesse crescente pela internet. “Sou mais um acadêmico que um negociante afiado,” disse. “Estava muito interessado em como a internet estava mudando o comércio e determinado a ir atrás disso.”

Em 1995, Shuttleworth decidiu abrir uma companhia chamada Thawte Consulting, que oferecia certificados digitais, um mecanismo de segurança que navegadores usam para verificar a identidade das companhias. Aos 23 anos, ele visitou a Netscape para promover uma ampla padronização desses certificados. A Netscape, então líder em navegadores da web, comprou a idéia e a Microsoft, que faz o internet Explorer, imitou.

Com o crescimento da mania ponto.com, companhias se mostraram interessadas na lucrativa firma sediada na África do Sul. Em 1999, a VeriSign, que coordena uma série de serviços de infra-estrutura da internet, comprou a Thawte por US$ 575 milhões. (Shuttleworth havia recusado uma oferta de US$ 100 milhões meses antes.) Único proprietário da Thawte, Shuttleworth, filho de um cirurgião e de uma professora de jardim de infância, se tornou muito rico com apenas 26 anos.

Então o que faz um novo e criativo milionário? Shuttleworth olhou para as estrelas. Em 2002, pagando o estimado de US$ 20 milhões a oficiais russos, ele garantiu uma viagem de dez dias ao espaço e à Estação Espacial Internacional pela Soyuz TM-34, se tornando o primeiro “afronauta,” como a imprensa o chamou na época.

“Após vender a companhia, não fiquei em uma situação de iates e loiras,” disse. “Estava bem claro que me encontrava em uma situação única, em que devia escolher fazer coisas que caso contrário não seriam possíveis.” Nos anos seguintes, Shuttleworth investiu em capital de risco e organizações de caridade. Através de investimentos nos Estados Unidos, África e Europa, disse, ele acumulou uma fortuna de mais de US$ 1 bilhão.

No entanto, ele passa 90% de seu tempo trabalhando na Canonical, que considera outro projeto que desafia o que é possível. “Investi bem, mas nunca me senti preenchido,” disse. “Temo chegar ao fim da minha vida e sentir que não construí nada de verdade. E realizar o que é considerado impossível é atraente.” O modelo da Canonical dificilmente seria rentável.

Muitas companhias de código aberto distribuem versões gratuitas limitadas de seus softwares, enquanto vendem uma versão completa com serviços complementares para mantê-lo atualizado. A Canonical distribui tudo, incluindo seu produto principal, e então espera que as companhias contratem seus serviços, como a administração de grandes grupos de servidores e computadores ao invés de confiá-los a especialistas internos.

A Canonical também recebe de companhias como a Dell, que vende computadores com Ubuntu e com quem trabalha conjuntamente em projetos de engenharia de software, como inclusão em laptops de recursos baseados em Linux. Levando tudo em consideração, a receita anual da Canonical está em torno de US$ 30 milhões, disse Shuttleworth. Esse número não preocupa a Microsoft.

Mas Shuttleworth defende que US$ 30 milhões anuais é o suficiente, exatamente o que precisa para financiar atualizações regulares do Ubuntu. E um sistema operacional gratuito que se paga, disse, pode mudar o modo como as pessoas vêem e usam seu software cotidiano.

“Estamos criando a paz mundial ou mudando fundamentalmente o mundo? Não,” ele disse. “Mas podemos mudar o que e quanto de inovação por dólar as pessoas esperam.”

Tradução: Amy Traduções

The New York Times

Fonte

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Como lidar com a reforma ortográfica

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Como todos devem saber, no dia 1º de janeiro desse ano entrou em vigor a absurda reforma ortográfica. Dos aspectos lingüísticos (sim, eu continuo usando o trema) eu trato em meu outro blog, o Que Falta Faz um Revisor. Aqui vou aproveitar o assunto para dar mais uma espinafrada na Maucro$oft e valorizar os programas livres.

O BrOffice, versão brasileiro do excelente OpenOffice, é um pacote de aplicativos que faz tudo que o Office do tio Bill faz, com a vantagem de ser mais leve e absolutamente gratuito. Como costuma acontecer, a turma da M$ demora pra se atualizar: os remendos do rwindows, por exemplo, sempre são lançados bastante tempo depois de os buracos serem conhecidos e utilizados pelos caras maus. Assim, em relação à reforma ortográfica não podia ser diferente. De acordo com esta notícia, o Word ainda vai demorar a aprender a falar de acordo com as novas regras, enquanto o BrOffice já o faz, com seu revisor ortográfico Vero.

Eu já o utilizo há algum tempo, por força da profissão. (Como escritor e editor, no trabalho feito para meus clientes preciso me submeter às normas. No que é de minha autoria, continuarei a escrever como rezava a antiga cartilha até 2012. Depois dissso, vamos ver…) O Vero é muito bom. Instale-o em seu BrOffice e aprenda facilmente como é o novo português do Brasil. E abandone de vez os programinhas das janelas…

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Parabéns, OpenOffice! 10 milhões de downloads em um mês

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OpenOffice 3.0 baixado 10 milhões de vezes em seu primeiro mês

Desde o último dia 13 de outubro, 10 milhões de usuários já baixaram o OpenOffice 3.0, suíte de escritório de código aberto. De acordo com seu diretor de marketing, John McCreesh mesmo depois que essa marca foi batida o programa continua tendo entre 250 e 300 mil downloads diariamente.

Fonte

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Não sei se nesta contagem está incluído o BrOffice, versão brazuca do pacote de programas. Eu prefiro, pois, além de estar em português, tem vocabulário próprio, incluindo um corretor já com as regras da hedionda reforma ortográfica. Para baixar o BrOffice, clique aqui. O corretor está aqui. É sempre bom lembrar: é tudo gratuito! Você não precisa mais usar o pacote piratex do tio Bill.

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BrOffice 3.0 em português está pronto!

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O BrOffice faz tudo que o office da maucro$oft faz, com a vantagem de ser gratuito! Melhor do que pagar por um pacote gordão ou do que usar uma versão bucaneira, que é crime, é usar o que há de melhor e ”de grátis”!

Leia mais sobre o assunto aqui. E baixe aqui, escolhendo a versão correta pro seu caso. Se for rwindows, é esta. Pra Linux, há muitas opções pro freguês!

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EUA: Decisão representa vitória para software livre

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Uma disputa legal entre pessoas que têm como hobby criar modelos de ferrovias resultou em uma enorme vitória judicial para o movimento do software livre, também conhecido como software de código aberto.Em uma decisão divulgada na quarta-feira, o tribunal federal de recursos norte-americano em Washington afirmou que o fato de um programador de software ter cedido seu trabalho não quer dizer que ele não esteja protegido.

A decisão legitima o uso de contratos comerciais para a distribuição de software de computador e de trabalhos artísticos digitais em prol do bem comum. A determinação do tribunal também reforça o movimento do software livre porque atenua as preocupações de grandes organizações quanto a confiar em software livre desenvolvido por amadores e hackers que contribuíram gratuitamente com seu tempo e energia, e sem remuneração.

Ela também tem implicações para a licença da Creative Commons, uma série de regras para a modificação e compartilhamento de trabalhos criativos que foi desenvolvida em 2002 por Larry Lessig, professor de direito da Universidade Stanford.

A licença é hoje usada amplamente por organizações como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), para distribuir materiais de curso, e pela Wikipédia, a enciclopédia da Internet. Em março, a banda de rock Nine Inch Nails lançou uma coleção de faixas de música sob uma licença Creative Commons.

A ambigüidade enfrentada pelas licenças de código aberto tem sido um dos obstáculos ao movimento, disse Joichi Ito, presidente da Creative Commons. “De uma perspectiva prática de negócios, quando grandes empresas e suas equipes jurídicas olham para o Creative Commons, há uma série de perguntas”, ele disse. “Tem sido um dos problemas sobre as quais suas equipes jurídicas nos questionam”.

A decisão do tribunal de recursos reverte uma decisão do tribunal federal de primeira instância em San Francisco sobre a apropriação indébita de um programa de software por uma empresa que vende software para os adeptos dos trens de ferro.

A comunidade do software livre, ou de código livre, brigou por anos com Matthew A. Katzer, um empresário de Portland, no Oregon, que é dono da Kam Industries. Anteriormente, Katzer havia processado programadores que desenvolvem de software livre por infringir patentes e a comunidade do software livre argumentou que ele deixou de apresentar tecnologia mais antiga, conhecida como arte inicial, em seus registros de patente. O advogado de Katzer não retornou as ligações pedindo um depoimento sobre o assunto.

Em março de 2006, Robert G. Jacobsen, professor de física da Universidade da Califórnia em Berkeley, entrou com uma ação contra Katzer alegando que sua empresa estava distribuindo um programa de software comercial que usava códigos de software do projeto Interface Java de Modelos de Ferrovias, e que estava redistribuindo o programa sem os créditos necessários, os quais fazem parte da licença de software gratuito sob a qual o programa estava sendo distribuído.

A decisão de apelar do veredicto de primeira instância, segundo o qual os termos do contrato de código aberto eram muito amplos, foi intensamente debatida dentro do movimento do software livre. Alguns defensores do código livre ficaram preocupados com a possibilidade de que uma derrota judicial representasse um desastre para a comunidade, que cresceu como força econômica durante o último quarto de século.

“Fiquei apavorado com a idéia de perder”, disse Jacobsen. “Mas pensei que era a coisa certa a fazer”.

Há muito existe uma conexão entre os adeptos dos trens de brinquedo como hobby e o movimento do software livre. Nos anos 50, por exemplo, os adeptos dos trens de ferro que trabalharam no projeto elétrico do clube de ferrovias modelo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) eram informalmente conhecidos pela gíria “hackers”, de acordo com Hackers: Heroes of the Computer Revolution (Hackers: Heróis da Revolução Informática), livro de Steven Levy. O termo terminou por evoluir para designar pessoas que desenvolviam software e programavam computadores, e acreditavam apaixonadamente que todo software deveria ser aberto e gratuito.

Jacobsen disse acreditar que a decisão judicial era significativa para o movimento do software livre porque o que o havia levado a prosperar era não o ganho monetário, e sim o crédito individual que os contribuintes de cada projeto conquistam junto aos colegas.

“Não cobramos por isso, o que significa que a única coisa que realmente desejamos é o crédito por nossas criações”, ele disse, acrescentando que qualquer pessoa pode usar e modificar livremente as instruções de programação desenvolvidas por seu grupo, desde que continuem a creditar todos os envolvidos na criação do software e distribuam o produto resultante com as instruções dos programadores.

Fonte

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Programas livres

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Essa seleção de programas livres é tradução do que encontrei aqui.


Amarok
Amarok é um tocador de música para Linux com uma interface intuitiva e muitas características impressionantes.

Linux


Audacity
Audacity é um aplicatvio gratuito de edição e gravação de som.

MacWindowsLinux


Blender
Blender é um programa de modelagem e animação 3D.

MacWindowsLinux


Deluge
É um aplicativo BitTorrent muito leve e multiplataforma que tem suporte para plugins.

MacWindowsLinux


FileZilla
FileZilla é um cliente de FTP multiplataforma que tem suporte para transferência segura de arquivos.

MacWindowsLinux


Firefox
Firefox é um excelente navegador que lhe dá uma experiência muito mais amigável e segura do que o Microsoft Internet Explorer.

MacWindowsLinux


GIMP
GIMP (The GNU Image Manipulation Program) é um editor gratuito de imagens similar ao Photoshop. Ele pode ser usado para retocar fotos, composição e autoria de imagens.

MacWindowsLinux


Google Earth
Google Earth combina imagens de satélite, mapas, terrenos e edifícios num globo 3D pelo qual você pode se mover.

MacWindowsLinux


Handbrake
Handbrake é um aplicativo de ripagem de DVD, que lhe permite converter um DVD em um arquivo de vídeo.

MacWindowsLinux


Inkscape
Inkscape é um editor open-source de vetores similar ao Adobe Illustrator ou ao Corel Draw.

MacWindowsLinux


NVu
Um sistema completo de criação de sítios para web, que rivaliza com programas como FrontPage ou Dreamweaver.

MacWindowsLinux


OpenOffice
OpenOffice é uma alternativa gratuita e cheia de características ao pacote Office da Microsoft.

MacWindowsLinux


Opera
Um navegador com muitos prêmios, muito rápido e cheio de características.

MacWindowsLinux


Pidgin
Pidgin, antes chamado de Gaim, é um comunicador instantâneo multi-protocolar, que trabalha com Yahoo IM, AIM, Google talk, MSN e outros.

WindowsLinux


SciTE
Um editor de texto com muitas características avançadas para programadores.

WindowsLinux


Scribus
Scribus é um aplicativo de Desktop Publishing (DTP) que pode ser usado para criar documentos com qualidade professionais.

MacWindowsLinux


Skype
Skype permite a você fazer ligações telefônicas a partir de seu computador – para outros usuários skype de graça e para fixos e celulares por um valor muito pequeno.

MacWindowsLinux


Thunderbird
Aplicativo para mensagens eletrônicas e notícias simples e leve.

MacWindowsLinux


Transmission
Aplicativo muito leve e fácil de usar para BitTorrent.

MacLinux


VLC media player
VLC é um tocador de mídia com suporte para formatos diferentes de aúdio e de vídeo.

MacWindowsLinux

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Os 50 programas proprietários mais usados, que deixam você louco — e as alternativas de código aberto

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O

Básicos

  1. Windows Vista OS para Ubuntu OS
  2. Internet Explorer Browser para Firefox Browser

Pacotes para escritório

  1. Microsoft Office para OpenOffice
  2. Mactopia para NeoOffice

Ferramentas para escritório

  1. MathWorks MATLAB para Scilab
  2. Microsoft Access para Kexi
  3. Microsoft Word para OpenOffice Writer
  4. Microsoft Excel para OpenOffice Calc
  5. Microsoft Visio para Dia

Produtividade

  1. Blackboard para Moodle
  2. Box para Cabos
  3. Microsoft Project para Open Workbench
  4. Mindjet para FreeMind

Programas gráficos

  1. Adobe Illustrator para Inkscape
  2. Adobe PhotoShop para GIMP
  3. Adobe Premiere para Avidemux
  4. AutoCAD para Archimedes
  5. Microsoft PowerPoint para OpenOffice Impress
  6. Microsoft Paint para Tux Paint
  7. TruSpace para Blender

Editores para a grande teia

  1. Adobe GoLive CS2 para Mozilla SeaMonkey
  2. Adobe Dreamweaver para NVU
  3. Macromedia Flash Professional para OpenLaszlo
  4. Microsoft FrontPage para Bluefish
  5. Windows Notepad para ConTEXT
  6. Altova XMLSpy para XML Copy Editor

Publishing

  1. Adobe Acrobat para PDFCreator
  2. Adobe Framemaker para DocBook
  3. Microsoft Publisher para Scribus

Comunicação

  1. AIM para Pidgin
  2. FeedDemon para RSS Bandit
  3. Microsoft MSN Messenger para aMSN
  4. Microsoft Outlook para Thunderbird
  5. Skype para Wengophone

Mídia

  1. iTunes para Songbird
  2. Nero Burning Rom para K3b
  3. Quicktime para Darwin Streaming Server
  4. TiVo Desktop para Galleon.tv
  5. Windows Media Player para Miro

Utilitários

  1. CuteFTP para Filezilla
  2. iBackup para ZManda
  3. Norton Ghost para Partition Image
  4. Rational Purify para Valgrind
  5. WinZip para 7-Zip

Segurança

  1. Kaspersky Anti-Virus Personal para Winpooch
  2. McAfee VirusScan para ClamWin
  3. Norton Personal Firewall para WIPFW

Financeiro

  1. Authorize.net para OpenSSL
  2. Microsoft Money (Plus) para TurboCash
  3. Quickbooks para Compiere

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Vagner, diga não s drogas!

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Campanha “Vagner, diga não s drogas!”. O texto abaixo encontra-se em Techfree.

Como é de conhecimento de muitos da comunidade de software livre do Brasil, o governandor da Bahia , Jaques Vagner, assinou um protocolo de intenções com a Microsoft. De acordo com o Diário Oficial, esse protocolo visa fomentação de cursos de inglês do programa “English for all” e também instalação de telecentros com licenças que poderiam ser doadas ou vendidas por “baixo” custo.

Atentem para o fato de o protocolo não ter sido divulgado em momento algum e de que não foi dado nenhum detalhe de como esses projetos serão implantados.

Uma coisa é fato: o dinheiro público será usado para implantar algo que já existe no estado: o projeto Berimbau Livre, que customizou a distribuição Debian BR CDD (Atual BrDesktop), que é utilizado amplamente nos telecentros de inúmeros municipios da Bahia.

A comunidade de software livre da Bahia está se manifestando contra a esse tipo de ação e irá cobrar respostas do nosso governador sobre o acontecido.

Nesse link estão sendo tratadas as informações sobre a reação do PSL-BA contra esse ato. E foi lançado a campanha “Vagner, diga não s drogas!” para que sirva de alerta, afim de que nosso governador não afunde anos de trabalho dos projetos de software livre da Bahia ao crianr uma dependência desnecessária em nossa infraestrutura.

Ao pessoal da comunidade software livre de todo Brasil eu solicito ajuda para que essa campanha seja divulgada nacionalmente.

Diga não você também. Vagner, diga não s drogas!

Vagner, diga não  s drogas!

Abraços e vamos a luta!! ;)

Fonte

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Eu revisei o texto, tá, André?

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Futuro »